domingo, 31 de julho de 2011

QUEM IRÁ RECOLHER O LIXO?

Após a inauguração no dia 17/06/2011 praticamente ninguém mais passou pela trincheira recolhendo as folhas e lixo jogado na rua. Folhas nessa época é o que mais se vê por aqui por estarmos no inverno então seria interessante que pelo menos uma vez por semana algum funcionário da limpeza publica passasse por aqui recolhendo estas folhas, pois o local está começando a ter um ar de abandonado. Nas calçadas embaixo da ponte a sujeira está dominando o visual, como vemos nas fotos abaixo:
Foto tirada em 31/07/2011 (clique na foto para ampliar)
Não é bem assim que nós que moramos próximos da trincheira pensávamos que seria a conservação do local e com certeza não é assim que queremos que o local fique. Sujeira no chão em área pública é um convite a que transeuntes "porquinhos" não se importem em jogar mais lixo no chão.
Foto tirada em 31/07/2011 (clique na foto para ampliar)
Como vemos abaixo a sujeira está dos dois lados da ponte:
Foto tirada em 31/07/2011 (clique na foto para ampliar)
Além das folhas tem também terra descendo das cabeceiras e se alojando na calçada, como vemos aqui:
Foto tirada em 31/07/2011 (clique na foto para ampliar)
Gravidade é lei e lei se cumpre, então o único caminho que a terra que se solta da cabeceira segue é morro abaixo.
Foto tirada em 31/07/2011 (clique na foto para ampliar)
Esta terra deve continuar correndo em direção à calçada portando iremos pisar no barro por mais um tempo...
Outro problema que as folhas que não são recolhidas acaba causando é o entupimento de bueiros. Bueiros por aqui foram feitos às dezenas mas do que adianta isso se não pensarmos que bueiros servem para receber água e não lixo (liquido e não sólido).
Foto tirada em 31/07/2011 (clique na foto para ampliar)
Esta situação é critica e algo precisaria ser feito no sentido da conservação e limpeza desta área, que esperamos tanto tempo e que agora pronta dá pena de vermos assim, já com ares de abandono.
Foto tirada em 31/07/2011 (clique na foto para ampliar)

GOTEIRAS NA PONTE (AINDA)

Já postei aqui anteriormente sobre o risco de quem passava embaixo da trincheira em dias de chuva ou mesmo depois de algum tempo em que a chuva tivesse parado, que a possibilidade de tomar uns "pingos" na cabeça por conta de goteiras que caem da ponte era grande (veja aqui). Estas goteiras surgem nas emendas das lajes. Muito cedo também mostrei que após esta postagem foi feita uma vedação nas emendas, o que pensei que resolveria o problema (veja aqui). Pois bem, não é o que aconteceu e agora que a obra está pronta penso que seria difícil aparecer alguém aqui para resolver isso então só tenho que reforçar a todos: cuidado ao passar pela ponte em dias de chuva! Para quem pensar em dizer que estou inventando, fiz este vídeo na tarde de hoje (31/07/2011 as 17:30 hs.):

Como podemos ver não é pouca água e as emendas correm transversalmente em relação à rua então praticamente não há como escapar dos pingos, portanto ninguém esta livre deles. Talvez um bom guarda chuva ajude...

sábado, 23 de julho de 2011

DEMOROU... QUASE O TEMPO DA CONSTRUÇÃO DA TRINCHEIRA

Demorou um pouco mas hoje consegui terminar meu "projeto especial", um clipe juntando fotos. Estas fotos são uma mínima parte das muitas que tirei durante a construção da trincheira. Muitas delas estão disponíveis aqui no Blog e outras não mas as usei para dar um sentido de sequência ao vídeo. As duas primeiras mostram o local da trincheira antes de qualquer máquina fazer barulho por aqui e as duas últimas são da obra já pronta.


Espero que gostem do vídeo que também está disponível em meu canal no Youtube no link abaixo:

REPORTAGEM NA TV TAROBÁ LONDRINA (BAND)

O vídeo abaixo mostra uma reportagem exibida pela TV Tarobá de Londrina (afiliada Band) no dia 21/07/2011 mostrando que apesar de a trincheira já estar liberada a maioria dos pedestres relutam em utilizá-la, sob as mais diversas alegações, mas a realidade é que a maioria prefere correr o risco de ser atropelado por um trem do que andar cerca de um a dois minutos a mais e fazer a travessia por baixo da ponte. Uma economia de tempo que pode custar caro e se a trincheira não existisse então, com certeza esses mesmos pedestres que hoje não utilizam o caminho seguro bradariam pedindo alguma providência ao menor sinal de um trem se aproximando. Comentários tipo: já passou da hora de alguém construir uma passagem segura para atravessarmos a ferrovia eu ouvi muito antes da obra então fica até difícil entender por que as pessoas não criam o costume de utilizá-la.

video

Este vídeo também está disponível no canal da TV Tarobá no Youtube no endereço abaixo:

domingo, 17 de julho de 2011

MAIS TARDE NUMA TRAVESSA PRÓXIMA À TRINCHEIRA...

Olá, depois de um tempinho sem postagens, resolvi hoje escrever um pouco, passar a vocês um pouco do "day after" da trincheira. Sempre que algo muda fisicamente demora-se um tempo para que se tenha noção do resultado, tipo arrancar um dente, alguns dias depois a carne fecha e o local cicatriza. Com esta obra não foi diferente e poucos dias depois podemos verificar numa travessa a menos de 300 metros o mesmo antigo problema! Neste caso se revela um problema que seria mais conveniente de se resolver que a própria passagem de trens por Cambé, a localização de um depósito de cimento que gera a maior parte do transtorno e mesmo antes da trincheira as manobras e paradas de trens por aqui ocorriam já por conta de  que vagões pudessem ser manobrados e destinados ao pátio de descarga deste depósito. Essas manobras necessárias criam transtornos sempre que ocorrem, pois pegam geralmente o pedestre, aquele que não teria tempo de retornar até a trincheira para transpor a ferrovia, e como no caso da foto abaixo, de uma mãe com carrinho e criança então...
Foto tirada em 25/06/2011 (clique na foto para ampliar)
Na foto acima estampado no vagão uma ironia, o lema da empresa que administra a ferrovia: a gente nunca para! Este local é próximo da trincheira menos de 300 metros como já disse, mas a uma distancia grande demais para ser percorrida a pé e mais longa ainda empurrando o carrinho e a criança, então o que restou neste caso a esta mulher foi esperar mais de 15 minutos com sol de meio dia na cabeça. Problemas que não foram antevistos e que servem para endossar a necessidade, além da trincheira, de passarelas de pedestres, pois neste caso este está sendo tolhido de um direito constitucional que tem, o de ir e vir! Este é um caso, mas tenho mais alguns registros de trens trancando a passagem próximo da trincheira, como seguem:
Foto tirada em 25/06/2011 (clique na foto para ampliar)
Acima composição entrando no desvio do pátio da estação para a passagem de outro trem.
Foto tirada em 23/06/2011 (clique na foto para ampliar)
Aqui, o mesmo trem visto dos dois lados, acima, visto do centro da cidade e abaixo, visto a partir do bairro. Estes vagões ficaram aí por uns 10 minutos, não causou transtorno pois neste dia era feriado.
Foto tirada em 23/06/2011 (clique na foto para ampliar)
Nestas duas circunstâncias onde o trem parou sobre as passagens próximas da trincheira depois da obra pronta o grande erro cometido é o de pensar que a existência da trincheira resolva o problema da travessia da ferrovia. Talvez resolva para quem está de carro, detalhe aliás que se tornou a vocação da passagem, o de facilitar a travessia de veículos. Resta aos pedestres que estiverem próximos a utilização da mesma, aos demais, continuar esperando a partida do trem ou pular, o que não é nada recomendado se levarmos em conta que da mesma forma inadvertida que o trem para ele parte, e isso pode ocorrer enquanto alguém estiver pulando sobre os engates, o que pode ocasionar novamente acidentes, até com morte, como já vimos ocorrer.